abril 25, 2010
25 de Abril
abril 21, 2010
Feito pra mim, bom pra você. Deixa mudar e confundir! - I
Je suis vraiment desolé mais je ne peux pas partir avec toi.
Du 20 au 24 je dois travailler, j'ai 4 jour, 4 jour de congé.
Je vais à la campagne. Je voyage en train
pour les montagnes, c'est un drôle de chemin!
Je vais à la plage avec des amis. Je vais faire du sport,et apres
je vais faire du ski!"
- Feito pra mim, bom pra você. Deixa mudar e confundir!
- Deixa de lado o que se diz. Tem no mercado, é só pedir!...
- Me faz chorar... e é feito pra rir.
Rodrigo Amarante
Cheir Antoine entrou em cena. É impossível não notar sua presença. Tem um jeito natural ao lidar com a platéia, consegue transitar todo o espaço sem sair do lugar, capta as expectativas de quem o assiste. Parece observar cada rosto, cada olhar. Pelo menos é assim que Amelie o vê. Amelie é seu par na peça. Estrearam há pouco tempo, apresentam-se às terças-feiras. Dizem as más línguas que mudaram o roteiro e que a idéia inicial não era formar par romântico. Acredito que a sintonia prevaleceu e arricar foi válido. Ela o admira, mas consegue disfarçar. Ele percebe, mas finge não saber. Disputam atenção entre si. Mas é na coxia que as máscaras caem. Pierrot e Colombina deixam de ser apenas movimentos e expressões em cima de um tablado.
fevereiro 11, 2010
Contexto
Hoje o dia está tão estranho. Silêncio, ruas vazias, chuva. Cadê o clima de carnaval hein? Cadê? Meu perfil do Orkut ta bombando em animação, resultado da euforia em alta quando acordei. Daí fui murchando, murchando. E olha só, estou escrevendo. Que lindo isso, quanta satisfação. Os planos eram voltar a postar após o carnaval. Na verdade acho que tudo nessa cidade só funciona de fato depois dele. Talvez eu só funcione depois dele também.
Bem, por enquanto é só. Voltei. Breve dou as caras por aqui.
agosto 09, 2009
minha holambra virou cimento.
Então eu cheguei pra mais uma visita dominical, e por um momento senti como se a alma saísse do corpo pra procurar o que a vida inteira esteve ali. Um gelo paralisante me invadiu. O jardim sumiu. O jardim que por longos anos passei as tardes de domingo com ela. Ele dividia-se em dois grandes canteiros. No direito havia uma árvore Jasmin imensa, que sombreava a varanda, algumas mudas de Sorriso, Violetas (suas prediletas), Ficus, o pé de coentro que plantei e outras que não lembro o nome mesmo. No esquerdo haviam as rosas, que eram o dengo da minha véa, e outras que também não lembro o nome.
Hoje o cimento ocupa o lugar do verde, as lembranças, a saudade, doeu tanto. Foi naquele jardim que dei os primeiros passos, que brinquei. Foi nele que a foto do primeiro dia de aula foi tirada. Foi lá que nós nos divertiamos brincando com a mangueira na hora de regar as plantas no final da tarde. Ainda consigo sentir o cheiro do jasmin que começava no meio da rua e percorria a casa inteira, um verdadeiro tapete branco pelo quintal. E foi lá que ela, serenamente partiu, sentada, adormecida. A flor mais preciosa do meu jardim.
