ricardobarroz
@naramcosta Sempre foi assim bom de ser ruim!
Um fim assim largo não é nada bom no fim
Quando o fim realmente acaba não deixa
nada em mim
Sempre foi assim largo bom de ser ruim
Hoje eu não sou de nada não sei nada de mim
E se hoje por dentro se acaba, e o largo é grande
demais pra mim, eu só aceito o que é sincero
eu só acabo o que não tem fim
Ricardo Barros / 04:36 PM
Eu não te perco de vista
outubro 31, 2010
outubro 30, 2010
Fim
Foram dias doces.
Agora o Largo do Bonfim é grande demais pra mim.
Foi muito lindo tipo ver pela primeira vez e pensar, sem palavras: "eu quero".
- Caio Fernando de Abreu
Agora o Largo do Bonfim é grande demais pra mim.
Foi muito lindo tipo ver pela primeira vez e pensar, sem palavras: "eu quero".
- Caio Fernando de Abreu
outubro 25, 2010
Me orquestra, me sola
"- Tia, porque você tava chorando?
- Eu? Chorando? Não rapaz, foi impressão sua... ^^
- Tava sim. Eu vi quando a sra. chegou perto pra tirar foto. Seu nariz tava vermelho!"
A semana passada me proporcionou alguns momentos fantásticos no estágio. Essa figura da foto tem 8 anos e toca violoncelo como ninguém. Foi o único que percebeu que me emocionei com a apresentação da Orquestra Neojibá.
outubro 23, 2010
Pouco tempo
Minha maior tristeza é que todo novo amor que eu arrumo vem sempre com algum velho amor tão longo e bonito. E eu sofro porque com pouco tempo não consigo ser melhor que o muito tempo. E de sofrer assim e enlouquecer assim, nunca dou tempo de ser muito para esses amores porque estrago antes.
Tati Bernardi, brincando de me descrever.
Tati Bernardi, brincando de me descrever.
outubro 17, 2010
Remar
Remar. Re-amar. Amar. Porque se não houver amor, se não colocar amor no que faz, pra mim, não faz sentido. Não usa perfume, mas meu cheiro procura pelo seu cheiro. Tem uma voz macia que canta até quando não está cantando. Perdi a conta dos vários tipos de sorriso... tem um baixinho, engraçado, é o que mais gosto, que é quando conto algo. Esse sorriso tem umas três sílabas geralmente e fica entre meus comentários, ou todas as vezes que conto casos. Outro é bem largo, aberto. Tipo o meu que mostra a gengiva. E a gargalhada é inconfundível, conheço de longe, identifico nos podcasts. Digo que não, mas gosto quando me olha fixamente. Aqui dentro maquino mil e uma possibilidades sobre o motivo do olhar. Acho suas orelhas pequenas, mas são perfeitos passeios para minha língua percorrer, caminhar.
Olha, não tenho métrica nem feeling pra escrever, não sou cult, às vezes sou careta, ciumenta, grudenta, gosto do seu sexo, dos seus valores. Só quero cuidar do meu neguinho polêmico.
"Mas eu não quero ter vergonha de nada que eu seja capaz de sentir. Sentir não é brega. Ao contrário: não existe nada mais chique. Não importa quanto vai durar - é infinito agora."
- Caio Fernando de Abreu
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