outubro 25, 2008

"A maior dor do vento é não ser colorido"
(mario quintana)





Aberto a interpretações múltiplas.

outubro 20, 2008

Little Dan.

Primeiro veio a saudade.
Depois a idéia.



Desculpe se estou um pouco atrasado, mas espero que ainda tempo...

.

.
Não poderia ser um post simples. Mas também não poderia ter exagero. Sem excessos. Algo bem enxuto, mas que abranja o que sinto. Não encontrei formas. 20 de outubro. Dia do seu aniversário. Bem meu amigo... hoje não é seu dia. Todo dia é seu. Além de tudo o que todos falam em dia de aniversário, desejo que você descubra isso. Que todos os dias são seus. E que eles vêm recheado do "novo". Algo parecido com o que você me disse anteriormente.... "dê uma chance ao novo". Do lado de fora da janela tem um leque de perspectivas. Descubra-as. Permita-se.
Desejo que você prove cada gota do que possam te proporcionar. Em tudo. Sinta as dores e delícias. Das dores você já sabe. Das delícias também. Não falta nada. Ou falta... iniciativa.
Desejo que nossa amizade se renove com a mesma força com que a conquistamos. E se mantenha assim, linda. Sempre tento detectar como gosto de você. De que forma... porque é tudo tão extenso. E na maioria das vezes eu me sinto tão desproporcional pra ele. Tão pequena... tão do meu tamanho.
Desejo que essa nossa distância passe. Não é nada demais. Pelo menos eu acho... Mas ultimamente há uma distância natural entre nós. Tenho estado ausente, confesso. Sinto falta das longas conversas, dos abraços e do quanto eu me sinto segura neles.
.
.

... de dizer que andei errado e eu entendo.
As tuas queixas tão justificáveis e a falta que eu fiz essa semana.
Coisas que pareceriam óbvias até pra uma criança.

.

.


Desejo que a vida faça de você, sempre, mais romântico. Mais doce. Mais você.
Que as feridas dessa vida, cicatrizem.
Que o seu caráter continue estampado na farda. Índole e humildade. É o que mais me dá orgulho em você.
Às vezes, eu me sinto invadida por uma felicidade fora do sério. Não sei se o termo é felicidade. Mas é algo tão tranquilo. Acho que serenidade seria a palavra certa. Isso vem das poucas certezas que tenho na vida. Poucos, mas bons amigos. Creio que, se Deus existe, ele está nessa força.
Desejo sorrisos largos, gargalhadas que o façam chorar e doer a barriga, rodas de amigos, violão, cerveja, poesia, musica, um amor.
Desejo que os meus desejos sejam seus.
.

.

.


... por onde andei enquanto você me procurava.
Será que eu sei que vocês são mesmo tudo aquilo que me faltava.
Amor eu sinto a sua falta, e a falta é a morte da esperança
como dia em que roubaram seu carro, deixou uma lembrança
que a vida é mesmo coisa muito frágil.
Uma bobagem.
Uma irrelevancia.
Diante da eternidade do amor de quem se ama.

.

.

.

.

outubro 04, 2008

Dois pontos extremos.
Ou fico muito feliz...
Ou fico muito triste.
8/80
meio termo não me atrai.

outubro 02, 2008

Nessa linda história, diabos são anjos.

Hoje é o dia...
Eu quase posso tocar o silêncio.



Poderia ter evitado tudo isso. As palavras não ditas. Os gestos não feitos. Silêncio. Oco. Vácuo.

Poderia ter lhe lembrado que só você me preenche, só você me entende e completa o que vou falar, como quem adivinha meu pensamento.

Ou quem sabe lembrar daquela música que rasbicou na última página do meu caderno roxo, só pra que eu baixasse quando chegasse em casa, de jammil, Outdoor. "Tanta coisa por dizer... e olha quer saber quase todo dia eu penso em você, posso até tentar, mas juro não consigo te esquecer". Ou de todas aquelas que compoem nossa trilha sonora... Lembranças auditivas que só nós entendemos...

Poderia ter lembrado de quando tinhamos quinze anos, muitos medos e planos, e quase que inimigos nenhum né? Nossos olhos vivos e castanhos, e achar estranho o nosso jeito comum na cantina da escola matando aula de religião, sem nenhuma presença um ano inteiro nas aulas de Rody.







A caza vazia, só as coisas que você não quis me fazem companhia.
Eu fico a vontade com a sua ausência.
Eu já me acostumei a esquecer.



Os bilhetes e conversas num papel. Memórias e grafias soltas numa folha paltada. "Vidona". Fotos. Presentes. Uma bonequinha que fica na porta do meu quarto, lilás, porque você não esquece minha cor favorita. Aliás, não esquece nada. Também não esqueço do azul do seu quarto e do quanto ele me dá sono... aliás, foi neles que filamos algumas aulas de educação física dormindo a tarde toda lembra? Isso depois de comer Raviolli. Sempre. Isso não me acostumei a esquecer.





Tudo que vai, deixa o gosto, deixa as fotos...
Quanto tempo faz..."



Faz tempo. E nesse intervalo tanta coisa aconteceu. Não tive você, não tive seu ombro, o colo. As lágrimas que sempre compartilhamos juntas, involuntariamente, até mesmo sem motivo. TPM, saudade, problema, tudo sempre terminou em choro... até mesmo quando choravamos de rir, o que acontecia sempre.



é bom olhar pra trás e admirar a vida que soubemos fazer.
é bom olhar pra frente, é bom nunca é igual



A vida tem dessas. Me afastou de você, por minucias sem grandes importancias... E hoje tenho que te proteger. Por zelo, por preocupação. Porque a sua felicidade é a minha, não importa como. Tenho as mãos atadas pela razão e um amor incontrolável me corroendo de saudade, de bem querer.



eu não vou chorar, você não vai chorar
você pode entender que eu não vou mais te ver por enquanto
sorria e saiba o que eu sei eu te amo.














A nossa "Second chance".

ps.: me perdoe se eu não pude ser o que esperava. Se não fui perfeita. Se não fui eu.