agosto 09, 2009
minha holambra virou cimento.
Então eu cheguei pra mais uma visita dominical, e por um momento senti como se a alma saísse do corpo pra procurar o que a vida inteira esteve ali. Um gelo paralisante me invadiu. O jardim sumiu. O jardim que por longos anos passei as tardes de domingo com ela. Ele dividia-se em dois grandes canteiros. No direito havia uma árvore Jasmin imensa, que sombreava a varanda, algumas mudas de Sorriso, Violetas (suas prediletas), Ficus, o pé de coentro que plantei e outras que não lembro o nome mesmo. No esquerdo haviam as rosas, que eram o dengo da minha véa, e outras que também não lembro o nome.
Hoje o cimento ocupa o lugar do verde, as lembranças, a saudade, doeu tanto. Foi naquele jardim que dei os primeiros passos, que brinquei. Foi nele que a foto do primeiro dia de aula foi tirada. Foi lá que nós nos divertiamos brincando com a mangueira na hora de regar as plantas no final da tarde. Ainda consigo sentir o cheiro do jasmin que começava no meio da rua e percorria a casa inteira, um verdadeiro tapete branco pelo quintal. E foi lá que ela, serenamente partiu, sentada, adormecida. A flor mais preciosa do meu jardim.
junho 25, 2009
Conheça seu aliado.
Conheça seu "aliado"
Um guerreiro senta-se ao redor da fogueira com seus amigos.
Passam horas acusando-se mutuamente, mas terminam a noite dormindo na mesma tenda, e esquecendo as ofensas que foram ditas.
De vez em quando, aparece um recém-chegado no grupo. Porque ainda não tem uma história em comum, mostra apenas suas qualidades, e alguns o enxergam como um mestre.
Mas o guerreiro da luz jamais o compara com seus velhos companheiros de batalha. O estrangeiro é bem-vindo, mas só confiará nele quando souber também os seus defeitos.
Um guerreiro da luz não entra numa batalha sem conhecer os limites de seu aliado.
(Paulo coelho, http://colunas.g1.com.br/paulocoelho/)
junho 21, 2009
junho 18, 2009
Que seja...
Quando não se acredita neles, deixam de existir.
Lutei por sua alma, mas...
Admito que perdi.
(Paulinho, o Moska)